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* A formação do ecúmeno helenístico-romano

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Vicente Dobroruka
Universidade de Brasília
Dpto. de História
Brasília -DF-
70910-900
História Antiga 2
A formação do ecúmeno helenístico-romano
Período: 2011.1
Horário:
Turma "A": seg qua 08:00-09:50 Turma "B": seg qua 14:00-15:50 (salas: BT 620 e BT 675/63)

Aula 20 (25/05/2011)

        3.3.4. Reclamação de heróis gregos pelos bárbaros
            3.3.4.1. Homero
            3.3.4.2. Alexandre
            3.3.4.3. Esparta (1Mc 12 = AJ 12.225)
            3.3.4.4. Roma e Tróia
        3.3.5. Tipos de historiografia (Asclepíades de Mirléia)
            3.3.5.1. História verdadeira
            3.3.5.2. História falsa
            3.3.5.3. História "como pode ter acontecido"
                3.3.5.3.1. Gênero mais importante no período helenístico
                3.3.5.3.2. Influência da tragédia
        3.3.6. Tentativas dos bárbaros justificarem sua antigüidade
            3.3.6.1. Berossos e Manethon (cf. 2.6.3 e 2.6.4)
            3.3.6.2. Moisés como herói cultural
            3.3.6.3. Alexandre Polyhistor
            3.3.6.4. Autores que situam os judeus como heróis culturais
                3.3.6.4.1. Demétrio, o Cronógrafo
                3.3.6.4.2. Eupolemo
                3.3.6.4.3. Artapanus
            3.3.6.5. Poetas judeus
                3.3.6.5.1. Épicos: Fílon, o Velho e Teódoto
                3.3.6.5.2. Ezequiel, o Trágico
                3.3.6.5.3. Adequação de ambos ao gosto helenístico
            3.3.6.6. Aristóbulo como "filósofo da torah"
        3.3.7. Caráter antropocêntrico da historiografia grega
        3.3.8. Peso do passado proporcional à sensação de decadência
        3.3.9. Aumento nos horizontes = aumento no escopo temático
            3.3.9.1. O passado como guia do presente
            3.3.9.2. Glorificação dos indivíduos (Isócrates)
            3.3.9.3. Teopompo e a história da Grécia em seu conjunto
            3.3.9.4. Éforo (a primeira história universal)
        3.3.10. Banalidade de grande parte da historiografia sobre Alexandre
        3.3.11. Crítica de Políbio à "história trágica"
        3.3.12. A obra do Cronista como "ficção" historiográfica helenística


Fontes

* ALEXANDRE POLYHISTOR

* ASCLEPÌADES DE MIRLÉIA. FrGH 697

* ARTAPANUS. Fr. 3.27

* DEMÉTRIO, O CRONÓGRAFO. Fr. 3-4; 6

* EUPOLEMO. Fr. 2.31-33

* EZEQUIEL, O TRÁGICO

* PLUTARCO. Sobre a tranqüilidade 14

* POLÌBIO. História 2.56

* PSEUDO-CALÍSTENES. Romance de Alexandre


Bibliografia

* HADAS, Moses. "Barbarian receptivity" e "Historiography" in: Hellenistic Culture: Fusion and Diffusion. New York: W. W. Norton, 1959.


Bibliografia complementar

* BARBER, Godfrey L. The Historian Ephorus. Cambridge: Cambridge University Press, 1935.

* CLARKE, Katherine. "Universal perspectives in historiography" in: KRAUS, Christina S. (ed.). The Limits of Historiography. Leiden / Boston / Köln: Brill, 1999.

* DREWS, Robert. The Greek Accounts of Eastern History. Washington: Center for Hellenic Studies; distributed by Harvard University Press, 1973.

* DROGE, Arthur J. "The interpretation of the history of culture in Hellenistic-Jewish historiography" in: RICHARDS, Kent (ed.). Society of Biblical Literature 1984 seminar papers. Chico: Scholars Press, 1984.

* PEARSON, Lionel. The Lost Histories of Alexander the Great. New York / Oxford: American Philological Society, 1960.

* PÉDECH, Paul. Historiens compagnons d'Alexandre: Callisthène, Onésicrite, Néarque, Ptolémée, Aristobule. Paris: Belles Lettres, 1984.

* ______. Trois historiens méconnus: Théopompe, Duris, Phylarque. Paris: Belles Lettres, 1989.


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