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* A formação do ecúmeno helenístico-romano

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Vicente Dobroruka
Universidade de Brasília
Dpto. de História
Brasília -DF-
70910-900
História Antiga 2
A formação do ecúmeno helenístico-romano
Período: 2011.1
Horário:
Turma "A": seg qua 08:00-09:50 Turma "B": seg qua 14:00-15:50 (salas: BT 620 e BT 675/63)

Aula 05 (04/04/2011)

    1.2. A civilização da polis e as realezas orientais
        1.2.1. Helenização superficial (Índia, Ásia Central, Mar Negro)
        1.2.2. Helenização profunda em torno do Mediterrâneo
        1.2.3. Momentos de quebra da unidade estabelecida por Alexandre
            1.2.3.1. Partilha de Triparadiso (321 a.C.)
            1.2.3.2. Atribuição de títulos reais (306-304 a.C.)
            1.2.3.3. 3 grandes unidades
                1.2.3.3.1. Ásia (Selêucidas)
                1.2.3.3.2. Grécia-Macedônia
                1.2.3.3.3. Egito
            1.2.3.4. Constituição definitiva das monarquias entre 280-275 a.C.
        1.2.4. Gigantismo dos estados x limites das poleis
        1.2.5. Basilika pragmatika x res publica
        1.2.6. Caráter pessoal do governo a da administração
            1.2.6.1. Ausência de uma classe dedicada à administração
            1.2.6.2. Ausência de legislação, mas apenas de instruções
            1.2.6.3. Descentralização do poder
            1.2.6.4. O "culto real" como desenvolvimento dessas limitações
            1.2.6.5. Origens gregas ou orientais do culto ao rei
        1.2.7. O paradoxo da eficiência burocrática
        1.2.8. Causas básicas do declínio do mundo helenístico
            1.2.8.1. Abastardamento das elites gregas
            1.2.8.2. Imprevisibilidade e custo dos mercenários
            1.2.8.3. Sobrevivência das instituições urbanas
        1.2.9. Relações inalteradas com o campesinato local
            1.2.9.1. Conservadorismo e ignorância dos laoi
            1.2.9.2. Técnicas agrícolas inalteradas
            1.2.9.3. Principais cultivos
                1.2.9.3.1. Trigo
                1.2.9.3.2. Cevada
                1.2.9.3.3. Vinha
                1.2.9.3.4. Oliveira
        1.2.10. Produção técnica
            1.2.10.1. Ignorância sobre os recursos
            1.2.10.2. Produção quase sempre artesanal
        1.2.11. Deseqüilíbrio da balança comercial pelo comércio com o Oriente
        1.2.12. Padrões monetários
            1.2.12.1. Ático
            1.2.12.2. Fenício
            1.2.12.3. Uso corrente da cunhagem em prata (unidade: dracma)
            1.2.12.4. Circulação de todo tipo de moeda (menos no Egito)
        1.2.13. Os bancos dos Templos
        1.2.14. As grandes rotas comerciais
        1.2.15. Caráter monopolista da administração e comércio Lágidas
        1.2.16. Nuances étnicas
            1.2.16.1. Gregos x não-gregos (inicialmente)
            1.2.16.2. Helenização pela língua (posterior)
            1.2.16.3. Situação privilegiada da elite grega
            1.2.16.4. Exceção: a Judéia
        1.2.17. Conclusão: para os gregos o Oriente é um local de enriquecimento


Fontes

* 1Mc 15:32

* ARRIANO. Eventos após Alexandre [fr. em Fócio] arquivo .pdf

* PLUTARCO. Vida de Alexandre I-V arquivo .pdf


Bibliografia

* PETIT, Paul. "A oikoumene: a vida política, econômica e social" in: A civilização helenística. São Paulo: Martins Fontes, 1987.


Bibliografia complementar

* BOSWORTH, Albert B. From Arrian to Alexander: Studies in Historical Interpretation. Oxford: Clarendon Press, 1988.

* ROSTOVZEFF, Mikhail. The Social & Economic History of the Hellenistic World. Oxford: Clarendon Press, 1941 (3 volumes)

* STADTER, Philip. Arrian of Nicomedia. Chapel Hill: University of North Carolina Press, 1980.


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